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	<title>Geek Vault &#187; Linux</title>
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	<description>Because geeks, like to talk.</description>
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		<title>Preview do GNOME 3.0</title>
		<link>http://www.geekvault.org/2010/07/preview-do-gnome-3-0/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Jul 2010 12:47:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Zarnick</dc:creator>
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		<category><![CDATA[GNOME 3.0]]></category>
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		<description><![CDATA[Em Setembro sai o GNOME 3.0 e sua tentativa de redefinir o Desktop, honestamente eu já vi ao menos umas 3 ou 4 tentativas, todas muito boas mas morriam na praia, vamos ver como será essa. O site Linux.com possui um pre-view do GNOME 3.0, vale a pena dar uma lida para saber o que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
			<a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.geekvault.org%2F2010%2F07%2Fpreview-do-gnome-3-0%2F"><br />
				<img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.geekvault.org%2F2010%2F07%2Fpreview-do-gnome-3-0%2F&amp;source=zarnick&amp;style=compact&amp;service=bit.ly" height="61" width="50" /><br />
			</a>
		</div>
<p>Em Setembro sai o GNOME 3.0 e sua tentativa de redefinir o Desktop, honestamente eu já vi ao menos umas 3 ou 4 tentativas, todas muito boas mas morriam na praia, vamos ver como será essa. O site <a href="http://www.linux.com" target="_blank">Linux.com</a> possui um <a href="http://www.linux.com/news/software/applications/326989-gnome-3-the-future-of-the-desktop" target="_blank">pre-view</a> do GNOME 3.0, vale a pena dar uma lida para saber o que nos espera.</p>
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		<title>Configurando &#8220;aquelas&#8221; teclas no Linux</title>
		<link>http://www.geekvault.org/2010/06/configurando-aquelas-teclas-no-linux/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 13:10:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Zarnick</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem nunca pensou: &#8220;Adoro Linux, mas meu teclado tem 20 teclas especiais, das quais o Linux configurou automática apenas 10, como configuro o resto?&#8221;. Por incrível que pareça, não é tão complexo fazer isso, o site Linux.com está com projetos todos os finais de semana, e o da semana passada foi justamente esse. Como essa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
			<a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.geekvault.org%2F2010%2F06%2Fconfigurando-aquelas-teclas-no-linux%2F"><br />
				<img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.geekvault.org%2F2010%2F06%2Fconfigurando-aquelas-teclas-no-linux%2F&amp;source=zarnick&amp;style=compact&amp;service=bit.ly" height="61" width="50" /><br />
			</a>
		</div>
<p>Quem nunca pensou: &#8220;Adoro Linux, mas meu teclado tem 20 teclas especiais, das quais o Linux configurou automática apenas 10, como configuro o resto?&#8221;. Por incrível que pareça, não é tão complexo fazer isso, o site <a href="http://www.linux.com" target="_blank">Linux.com</a> está com projetos todos os finais de semana, e o da semana passada foi justamente <a href="http://www.linux.com/learn/tutorials/320420-weekend-project-configure-your-keyboard-into-submission" target="_blank">esse</a>. Como essa é uma pergunta que vejo se repetir e se repetir, fica aqui o link e a dica <img src='http://www.geekvault.org/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Como instalar o Dropbox no Kubuntu sem utilizar o Nautilus</title>
		<link>http://www.geekvault.org/2010/05/como-instalar-o-dropbox-no-kubuntu-sem-utilizar-o-nautilus/</link>
		<comments>http://www.geekvault.org/2010/05/como-instalar-o-dropbox-no-kubuntu-sem-utilizar-o-nautilus/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 12 May 2010 15:38:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Zarnick</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Procurando na net encontrei essa dica, extremamente válida e muito simples A idéia é simples, baixar o binário, colocar no seu home e no autostart do KDE, simples assim O único porém é que existe uma correção a ser feita, o link do Autostart correto é: ln -s ~/.dropbox-dist/dropboxd ~/.kde/Autostart Vejam aqui.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
			<a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.geekvault.org%2F2010%2F05%2Fcomo-instalar-o-dropbox-no-kubuntu-sem-utilizar-o-nautilus%2F"><br />
				<img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.geekvault.org%2F2010%2F05%2Fcomo-instalar-o-dropbox-no-kubuntu-sem-utilizar-o-nautilus%2F&amp;source=zarnick&amp;style=compact&amp;service=bit.ly" height="61" width="50" /><br />
			</a>
		</div>
<p>Procurando na net encontrei essa dica, extremamente válida e muito simples <img src='http://www.geekvault.org/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /><br />
A idéia é simples, baixar o binário, colocar no seu home e no autostart do KDE, simples assim <img src='http://www.geekvault.org/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /><br />
O único porém é que existe uma correção a ser feita, o link do Autostart correto é:</p>
<blockquote><p>ln -s ~/.dropbox-dist/dropboxd ~/.kde/Autostart</p></blockquote>
<p>Vejam <a href="http://ubuntu-tutorials.com/2010/01/17/install-dropbox-on-kubuntu-kde-without-nautilus/" target="_blank">aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Como encontrar arquivos duplicados no Linux</title>
		<link>http://www.geekvault.org/2010/04/como-encontrar-arquivos-duplicados-no-linux/</link>
		<comments>http://www.geekvault.org/2010/04/como-encontrar-arquivos-duplicados-no-linux/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 19:35:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Zarnick</dc:creator>
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		<category><![CDATA[arquivos]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>

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		<description><![CDATA[Pois bem, você por algum acaso já passou um monte de foto para o PC, esqueceu e passou denovo apenas uma parte dessas fotos? Pois bem, isso acontece comigo de vez em quando e, hoje resolvi fazer uma faxina. Pois bem, procurando por como fazer isso de forma fácil, encontrei o programa fdupes, ele calcula [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
			<a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.geekvault.org%2F2010%2F04%2Fcomo-encontrar-arquivos-duplicados-no-linux%2F"><br />
				<img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.geekvault.org%2F2010%2F04%2Fcomo-encontrar-arquivos-duplicados-no-linux%2F&amp;source=zarnick&amp;style=compact&amp;service=bit.ly" height="61" width="50" /><br />
			</a>
		</div>
<p>Pois bem, você por algum acaso já passou um monte de foto para o PC, esqueceu e passou denovo apenas uma parte dessas fotos? Pois bem, isso acontece comigo de vez em quando e, hoje resolvi fazer uma faxina. Pois bem, procurando por como fazer isso de forma fácil, encontrei o programa <a href="http://netdial.caribe.net/~adrian2/fdupes.html" target="_blank">fdupes</a>, ele calcula o MD5 de cada arquivo do diretório que você possui e se tiver uma duplicata, a mostra, simples assim.<br />
Ele também possui a opção de te perguntar caso você queira apagar, basta passar a opção <em>-d</em>.<br />
É uma ferramenta muito util, mas cuidado com a sua utilização, já que pode apagar coisas que você não gostaria de apagar <img src='http://www.geekvault.org/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Entendendo fstab</title>
		<link>http://www.geekvault.org/2010/04/entendendo-fstab/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 17:48:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Zarnick</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O fstab é o core onde o Linux sabe qual é o tipo de partição utilizada em um ponto de montagem, quando você por exemplo, utiliza o comando mount /mnt/windows ele olha no /etc/fstab para ver onde está a partição /mnt/windows e qual o tipo dela, logo, entender o fstab é essencial para qualquer administrador [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
			<a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.geekvault.org%2F2010%2F04%2Fentendendo-fstab%2F"><br />
				<img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.geekvault.org%2F2010%2F04%2Fentendendo-fstab%2F&amp;source=zarnick&amp;style=compact&amp;service=bit.ly" height="61" width="50" /><br />
			</a>
		</div>
<p>O fstab é o <em>core</em> onde o Linux sabe qual é o tipo de partição utilizada em um ponto de montagem, quando você por exemplo, utiliza o comando <em>mount /mnt/windows</em> ele olha no /etc/fstab para ver onde está a partição /mnt/windows e qual o tipo dela, logo, entender o fstab é essencial para qualquer administrador de Linux.<br />
Honestamente eu sempre achei isso tão básico que nunca dei muita atenção, até resolver, em um tempo de ócio pós-almoço, dar uma pesquisada nisso, vi então <a href="http://www.linuxplanet.com/linuxplanet/tutorials/7048/1/" target="_blank">esse</a> link do <a href="http://www.linuxplanet.com" target="_blank">LinuxPlanet</a> que explica com um pouco mais de detalhes quais são as opções e facilidades do fstab, em especial ao UUID, que já vem por default utilizado na maioria das distribuições, porém eu sempre trocava pela versão clássica, well, not anymore <img src='http://www.geekvault.org/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> .<br />
Vale a pena dar uma olhada.<br />
Zarnick</p>
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		<title>Fim do Apache 1.3</title>
		<link>http://www.geekvault.org/2010/02/fim-do-apache-1-3/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 23:34:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Zarnick</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Apesar de eu estar dando um enfoque um pouco mais para programação do que para novidades, essa é importante. De acordo com essa notícia do Slahsdot, a Apache Foundation anunciou o release da versão 1.3.42 do servidor HTTP Apache e falou que será a última release do mesmo, exceto para updates de segurança. Agora vamos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
			<a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.geekvault.org%2F2010%2F02%2Ffim-do-apache-1-3%2F"><br />
				<img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.geekvault.org%2F2010%2F02%2Ffim-do-apache-1-3%2F&amp;source=zarnick&amp;style=compact&amp;service=bit.ly" height="61" width="50" /><br />
			</a>
		</div>
<p>Apesar de eu estar dando um enfoque um pouco mais para programação do que para novidades, essa é importante. De acordo com <a href="http://apache.slashdot.org/story/10/02/03/2052211/The-Final-Release-of-Apache-HTTP-Server-13" target="_blank">essa notícia do Slahsdot</a>, a Apache Foundation anunciou o release da versão 1.3.42 do servidor HTTP Apache e falou que será a última release do mesmo, exceto para updates de segurança. Agora vamos todos para o Apache 2, querendo ou não <img src='http://www.geekvault.org/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Bug nos mais novos Linuxes possibilita root via local</title>
		<link>http://www.geekvault.org/2009/11/bug-nos-mais-novos-linuxes-possibilita-root-via-local/</link>
		<comments>http://www.geekvault.org/2009/11/bug-nos-mais-novos-linuxes-possibilita-root-via-local/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 12:10:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Zarnick</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Bem, volta e meia surge uma forma de conseguir root via local exploit no Linux, o que &#8220;normalmente&#8221; é arrumado na velocidade da luz, os patchs são feitos e todo mundo fica feliz. Parece que esse bug que o The Register está falando está a um certo tempo, foi arrumado no OpenBSD ano passado, finalmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
			<a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.geekvault.org%2F2009%2F11%2Fbug-nos-mais-novos-linuxes-possibilita-root-via-local%2F"><br />
				<img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.geekvault.org%2F2009%2F11%2Fbug-nos-mais-novos-linuxes-possibilita-root-via-local%2F&amp;source=zarnick&amp;style=compact&amp;service=bit.ly" height="61" width="50" /><br />
			</a>
		</div>
<p>Bem, volta e meia surge uma forma de conseguir root via local exploit no Linux, o que &#8220;normalmente&#8221; é arrumado na velocidade da luz, os patchs são feitos e todo mundo fica feliz. Parece que esse bug que o <a href="http://www.theregister.co.uk/2009/11/03/linux_kernel_vulnerability/" target="_blank">The Register</a> está falando está a um certo tempo, foi arrumado no OpenBSD ano passado, finalmente foi arrumado no Linux, porém os RH continuam vulneráveis. Linus fala que não é um problema de Kernel, porém você utiliza uma função do kernel (mmap_min_addr por exemplo) para criar o exploit e virar root. Não me interessa quem tem a razão, a RH, a única que ainda não havia fix, criou um fix, então, tratem de arrumar!</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>LVM no Linux, o que é e como utilizar</title>
		<link>http://www.geekvault.org/2009/10/lvm-no-linux-o-que-e-e-como-utilizar/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 13:14:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Zarnick</dc:creator>
				<category><![CDATA[OpenSource]]></category>
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		<description><![CDATA[Caso você já tenha passado por uma situação onde era necessária a repartição do seu HD (ou criação de link simbólico) por que sua partição estava cheia, nunca se perguntou &#8220;Poxa, como seria bom se eu pude-se apenas redimensionar as partições&#8230;&#8221;? Ou você tem um monte de HD sobrando de 80Gb e pensa: &#8220;Será que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
			<a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.geekvault.org%2F2009%2F10%2Flvm-no-linux-o-que-e-e-como-utilizar%2F"><br />
				<img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.geekvault.org%2F2009%2F10%2Flvm-no-linux-o-que-e-e-como-utilizar%2F&amp;source=zarnick&amp;style=compact&amp;service=bit.ly" height="61" width="50" /><br />
			</a>
		</div>
<p>Caso você já tenha passado por uma situação onde era necessária a repartição do seu HD (ou criação de link simbólico) por que sua partição estava cheia, nunca se perguntou &#8220;Poxa, como seria bom se eu pude-se apenas redimensionar as partições&#8230;&#8221;? Ou você tem um monte de HD sobrando de 80Gb e pensa: &#8220;Será que eu consigo juntar todos em um só ou tenho que ter uma partição/diretório para cada um deles e colocar meus dados bem separados?&#8221;, ou ainda, comprou aquele super ultra-hd de 320GB e quer trocar seu antigo HD de 80GB, mas pensa a mesma coisa, &#8220;Será que eu não consigo apenas juntar os dois?&#8221;. Pois bem, com o LVM você pode fazer tudo isso sem ter RAID via hardware (atenção LVM não é uma alternativa ao RAID, ele apenas apresenta algumas características similares), e muito mais (como clonagem de hd para backup, ou stripping por exemplo), vou mostrar em um sistema Slackware recem-instalado (não full-install, porém com as ferramentas necessárias que existem em praticamente todas as distribuições) como fazer um array de dados básico em um HD, e depois adicionar um HD para o mesmo array sem perder os dados.</p>
<h2><span id="more-458"></span>Pré-requisitos</h2>
<p>Últimamente a grande maioria dos sistemas Linux já possuem o LVM2 instalado por default, isso por que você pode fazer a sua partição /home em LVM por exemplo, mas caso a sua não possua, você deve instalar o LVM seguindos os passas apresentados na <a href="http://www.tldp.org/HOWTO/LVM-HOWTO/getlvm.html" target="_blank">documentação oficial</a>. Novamente reforço que isso será bem difícil de acontecer.</p>
<h2>Vantagens/Desvantagens</h2>
<p>Algumas vantagens que podemos listar:</p>
<ul>
<li>Redimensionamento de partições em tempo real</li>
<li>Junção de várias partições em uma única</li>
<li>Junção de vários HDs para um grande espaço interno</li>
<li>Stripping</li>
<li>Criação de imagens de backup</li>
<li>Mirroring</li>
</ul>
<p>Como desvantagens (nada é perfeito):</p>
<ul>
<li>Acoplado ao Kernel (sem LVM para /boot por exemplo, e não recomendado fazer para /)</li>
<li>Acesso mais lento</li>
</ul>
<h2>Primeiros passos</h2>
<p>Antes de mais nada devemos definir algumas nomenclaturas:</p>
<p><strong>Volume Group (VG)</strong>: É o grupo que contém o LVM em sí<br />
<strong>Physical Volume (PV)</strong>: O HD físico<br />
<strong>Physical Extent (PE)</strong>: Divisão de cada PV em chuncks (pedaços)<br />
<strong>Logical Volume (LV)</strong>: É o volume lógico que você pode utilizar (sua nova &#8220;partição&#8221;)<br />
<strong>Logical Extent (LE)</strong>: A divisão de cada LV em chuncks (pedaços)</p>
<p>O funcionamento pode ser demonstrado por esse ASCII art pego da documentação oficial:</p>
<p><span><span style="color: #000000;"></p>
<pre>+-- Volume Group --------------------------------+
|                                                |
|    +----------------------------------------+	 |
| PV | PE |  PE | PE | PE | PE | PE | PE | PE |	 |
|    +----------------------------------------+	 |
|      .       	  .    	     . 	      .	       	 |
|      .          .    	     .        .	         |
|    +----------------------------------------+	 |
| LV | LE |  LE | LE | LE | LE | LE | LE | LE |	 |
|    +----------------------------------------+	 |
|            .          .        .     	   .     |
|            . 	        .        .     	   .     |
|    +----------------------------------------+	 |
| PV | PE |  PE | PE | PE | PE | PE | PE | PE |	 |
|    +----------------------------------------+	 |
|                                                |
+------------------------------------------------+</pre>
<p></span></span></p>
<h2>Utilização básica (array de dados)</h2>
<p>Vamos lá então, LVM instalado e sabendo o que é cada nomenclatura, vamos inicializar o nosso Slackware e adicionar dois HDs de 1GB cada para criar uma partição lógica de 2GB (simples, sem stripping).</p>
<p>Inicialmente, precisamos rodar o comando vgscan, para que o sistema guarde as informações do LVM</p>
<pre>root@Slackware:~# vgscan</pre>
<p>Com Slackware inicializado e os HDs instalados, vamos particionar os mesmos, antes de mais nada vamos descobrir onde estão os HDs, caso você não saiba:</p>
<pre>root@Slackware:~# fdisk -l
Disk /dev/hda: 8589 MB, 8589934592 bytes
16 heads, 63 sectors/track, 16644 cylinders
Units = cylinders of 1008 * 512 = 516096 bytes
Disk identifier: 0x9fc2e51d

 Device Boot      Start         End      Blocks   Id  System
/dev/hda1               1        1041      524632+  82  Linux swap
Partition 1 does not end on cylinder boundary.
/dev/hda2            1042       16644     7863912   83  Linux
Partition 2 does not end on cylinder boundary.

Disk /dev/sda: 1073 MB, 1073741824 bytes
255 heads, 63 sectors/track, 130 cylinders
Units = cylinders of 16065 * 512 = 8225280 bytes
Disk identifier: 0x00000000

Disk /dev/sda doesn't contain a valid partition table

Disk /dev/sdb: 1073 MB, 1073741824 bytes
255 heads, 63 sectors/track, 130 cylinders
Units = cylinders of 16065 * 512 = 8225280 bytes
Disk identifier: 0x00000000

Disk /dev/sdb doesn't contain a valid partition table</pre>
<p>Ok, então temos nosso Slackware em /dev/hda e nossos dois hds em /dev/sda e /dev/sdb, vamos particioná-los, pessoalmente eu gosto do fdisk, mas qualquer ferramenta de particionamento funciona, basta criar uma partição ocupado o HD todo do tipo 8E (Linux LVM), faria para apenas um HD, para o outro o procedimento é o mesmo:</p>
<pre>root@Slackware:~# fdisk /dev/sdb
Device contains neither a valid DOS partition table, nor Sun, SGI or OSF disklabel
Building a new DOS disklabel with disk identifier 0x82ae3dd8.
Changes will remain in memory only, until you decide to write them.
After that, of course, the previous content won't be recoverable.

Warning: invalid flag 0x0000 of partition table 4 will be corrected by w(rite)

Command (m for help):n
Command action
 e   extended
 p   primary partition (1-4) p
Partition number (1-4): First cylinder (1-130, default 1): Using default value 1
Last cylinder, +cylinders or +size{K,M,G} (1-130, default 130): Using default value 130

Command (m for help): t
Selected partition 1
Hex code (type L to list codes): 8e
Changed system type of partition 1 to 8e (Linux LVM)

Command (m for help): w
The partition table has been altered!

Calling ioctl() to re-read partition table.
Syncing disks.</pre>
<p>Temos agora a partição /dev/sdb1 e após efetuarmos o mesmo para o HD sda teremos /dev/sda1, ambos do tipo 8E (Linux LVM), vamos então criar o PV com 1 dos HDs, para demonstrar como efetuar um resize com um outro HD depois</p>
<pre>root@Slackware:~# pvcreate /dev/sda1
  Physical volume "/dev/sda1" successfully created</pre>
<p>Agora vamos criar um grupo (VG)</p>
<pre>root@Slackware:~# vgcreate lvm /dev/sda1
  Volume "lvm" created successfully</pre>
<p>Uma nota, o nome lvm pode ser qualquer coisa que facilite a administração, pessoalmente eu prefiro lvm, ele irá criar um diretório em /dev de nome lvm, onde irá guardar o volume lógico ex: /dev/lvm/data_array. Vamos verificar (e extrair uma informação muito útil) o volume:</p>
<pre>root@Slackware:~# vgdisplay
--- Volume group ---
 VG Name               lvm
 System ID             
 Format                lvm2
 Metadata Areas        1
 Metadata Sequence No  1
 VG Access             read/write
 VG Status             resizable
 MAX LV                0
 Cur LV                0
 Open LV               0
 Max PV                0
 Cur PV                1
 Act PV                1
 VG Size               1016.00 MB
 PE Size               4.00 MB
 Total PE              254
 Alloc PE / Size       0 / 0   
 Free  PE / Size       254 / 1016.00 MB
 VG UUID               KpGi1R-xIkN-49gD-7nDC-y4HR-zUCh-2gLF7r</pre>
<p>Tudo correto, e temos a informação importante que nos interessa agora, o total de PE livre, 254, vamos então criar um volume lógico com esse espaço livre:</p>
<pre>root@Slackware:~# lvcreate -l 254 -n lvm data_array
  Logical volume "data_array" created</pre>
<p>Agora, se formos ver em /dev/lvm, iremos encontrar o device data_array, que é uma partição lógica, ainda sem formatação, então vamos formatá-la como faríamos a qualquer outra partição, criar um diretório e montá-la nesse diretório:</p>
<pre>root@Slackware:~# mkfs.ext4 /dev/lvm/data_array
.......
root@Slackware:~# mkdir /mnt/data_array
root@Slackware:~# mount /dev/lvm/data_array /mnt/data_array
root@Slackware:~# df -h /mnt/data_array
Filesystem            Size  Used Avail Use% Mounted on
/dev/mapper/lvm-data_array
 1001M   18M  932M   2% /mnt/data_array</pre>
<p>A escolha do EXT4 foi por pura preferência, se você precisa utilizar JFS,XFS,EXT2,EXT3,Reiserfs, etc, fique a vontade. Apenas fique atento à possibilidade de resize do sistema de arquivos que você escolher.<br />
Sim, você pode utilizar essa partição normalmente, alias, até é uma boa idéia adicionar a mesma no /etc/fstab para montar automáticamente não? Adicione essa linha no /etc/fstab:</p>
<pre>/dev/lvm/data_array    /mnt/data_array        ext4    defaults    0    0</pre>
<p>Vamos criar um arquivo vazio de 524MB para teste:</p>
<pre>root@Slackware:~# dd if=/dev/zero of=/mnt/data_array/file count=1024000
1024000+0 records in
1024000+0 records out
524288000 bytes (524 MB) copied, 165.452 s, 3.2 MB/s</pre>
<p>Gostaria de reforçar que estou utilizando uma máquina virtual, então 3.2 MB/s não refletem a velocidade do sistema, isso pode (e vai) variar de sistema para sistema, a única certeza é que será mais lento.</p>
<p>Enfim, temos ~50% utilizado de nossa partição /mnt/data_array, e temos mais um HD de 1GB livre para utilizar, vamos efetuar o mesmo procedimento, porém vamos extender a partição lógica, no lugar de criar uma nova, vou explicar apenas os novos passos ok?</p>
<p><strong>ATENÇÃO: A PARTIÇÃO A SER REDIMENSSIONADA DEVE SER DESMONTADA!!!</strong></p>
<pre>root@Slackware:~# umount /mnt/data_array
root@Slackware:~# pvcreate /dev/sdb1
  Physical volume "/dev/sdb1" successfully created
root@Slackware:~# vgextend lvm /dev/sdb1
  Volume group "lvm" successfully extended</pre>
<p>Antes de continuar, o vgextend faz exatamente isso, ele extende o VG passado (lvm) para um novo PV (/dev/sdb1), como não utilizamos stripping, ele concatena no final. Continuando:</p>
<pre>root@Slackware:~# vgdisplay lvm
--- Volume group ---
 VG Name               lvm
 System ID             
 Format                lvm2
 Metadata Areas        2
 Metadata Sequence No  7
 VG Access             read/write
 VG Status             resizable
 MAX LV                0
 Cur LV                1
 Open LV               0
 Max PV                0
 Cur PV                2
 Act PV                2
 VG Size               1.98 GB
 PE Size               4.00 MB
 Total PE              508
 Alloc PE / Size       254 / 1016.00 MB
 Free  PE / Size       254 / 1016.00 MB
 VG UUID               KpGi1R-xIkN-49gD-7nDC-y4HR-zUCh-2gLF7r
root@Slackware:~# lvresize -l +254 /dev/lvm/data_array
  Extending logical volume data_array to 1.98 GB
  Logical volume data_array successfully resized
root@Slackware:~# e2fsck -f /dev/lvm/data_array
e2fsck 1.41.8 (11-July-2009)
Pass 1: Checking inodes, blocks, and sizes
Pass 2: Checking directory structure
Pass 3: Checking directory connectivity
Pass 4: Checking reference counts
Pass 5: Checking group summary information
root@Slackware:~# resize2fs /dev/lvm/data_array
resize2fs 1.41.8 (11-July-2009)
Resizing the filesystem on /dev/lvm/data_array to 520192 (4k) blocks.
The filesystem on /dev/lvm/data_array is now 520192 blocks long.

root@Slackware:~# mount /mnt/data_array/
root@Slackware:~# df -h /mnt/data_array/
Filesystem            Size  Used Avail Use% Mounted on
/dev/mapper/lvm-data_array
 2.0G  518M  1.4G  28% /mnt/data_array</pre>
<p>Ok, passa a passo:</p>
<ol>
<li>Checar quanto temos de PE free com vgdisplay (no nosso caso 254)</li>
<li>Aumentar o volume lógico /dev/lvm/data_array em 254 PE (vgresize -l +254 /dev/lvm/data_array)</li>
<li>Checar a consistência do novo volume (pré-requisito para o comando resize2fs)</li>
<li>Efetuar o resize utilizando resize2fs</li>
<li>Utilizar o nosso array</li>
</ol>
<p>Simples não? Vamos testar&#8230;</p>
<pre>root@Slackware:~# dd if=/dev/zero of=/mnt/data_array/file2 bs=1024000 count=750
750+0 records in
750+0 records out
768000000 bytes (768 MB) copied, 227.653 s, 3.4 MB/s
root@Slackware:~# df -h /mnt/data_array/
Filesystem            Size  Used Avail Use% Mounted on
/dev/mapper/lvm-data_array
 2.0G  1.3G  649M  66% /mnt/data_array</pre>
<p>Olha que lindo, ele passou os dados de forma continua entre os dois HDs <img src='http://www.geekvault.org/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<h2>Mais informações</h2>
<p>Além de obviamente a <a href="http://www.tldp.org/HOWTO/LVM-HOWTO/index.html" target="_blank">documentação oficial</a>, um bom site que encontrei (agora que estou testando mirroring) é <a href="http://thewatertower.org.uk/pages/linux-lvm.html" target="_blank">esse</a>, vale a pena criar uma máquina virtual para brincar com isso <img src='http://www.geekvault.org/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.geekvault.org/2009/10/lvm-no-linux-o-que-e-e-como-utilizar/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Clonezilla e migrando um SO</title>
		<link>http://www.geekvault.org/2009/10/clonezilla-e-migrando-um-so/</link>
		<comments>http://www.geekvault.org/2009/10/clonezilla-e-migrando-um-so/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 10:18:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Zarnick</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[OpenSource]]></category>
		<category><![CDATA[Stuffs]]></category>
		<category><![CDATA[Tips]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Migração]]></category>

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		<description><![CDATA[Recentemente resolvi atualizar minha máquina e sair dos 80GB reservados para o Slackware para um novo HD de 320GB. Uma das formas para fazer isso seria: Fazer backup do sistema Instalar o novo sistema Passar o backup para o novo sistema No more. Descobri Clonezilla! Apesar de ser &#8220;feio&#8221;, não deixa nada a dever contra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
			<a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.geekvault.org%2F2009%2F10%2Fclonezilla-e-migrando-um-so%2F"><br />
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			</a>
		</div>
<p>Recentemente resolvi atualizar minha máquina e sair dos 80GB reservados para o Slackware para um novo HD de 320GB. Uma das formas para fazer isso seria:</p>
<ol>
<li>Fazer backup do sistema</li>
<li>Instalar o novo sistema</li>
<li>Passar o backup para o novo sistema</li>
</ol>
<p>No more. Descobri <a href="http://clonezilla.org/" target="_blank">Clonezilla</a>! Apesar de ser &#8220;feio&#8221;, não deixa nada a dever contra o Norton Ghost e outros do tipo, passar de um HD para outro foi trivial, o único problema que encontrei foi na atualização do /etc/fstab e do LILO, mas, sem problemas, caso você faça isso e tenha problemas, existe uma forma de resolver que não necessita nem de disco live.<br />
Uma das soluções seria simplesmente trocar o endereço físico do HD antigo pelo novo (trocando o cabo ou o jumper dos mesmos), caso isso não seja uma opção, você sempre pode:</p>
<ol>
<li>Logar normalmente no sistema antigo</li>
<li>Editar o /etc/lilo.conf conforme você quer que ele esteja no novo hd</li>
<li>Instalar o lilo no novo hd via o comando: /sbin/lilo -b /dev/sdb -M /dev/sdb (supondo que /dev/sdb seja seu novo HD)</li>
<li>Voltar a configuração antiga do LILO</li>
</ol>
<p>Pronto, pode bootar que deve funcionar agora <img src='http://www.geekvault.org/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> . Porém ainda temos que alterar o /etc/fstab, sem problemas, basta editá-lo e reiniciar a máquina (caso contrário você pode ficar utilizando seu antigo sistema, apenas bootando pelo novo HD <img src='http://www.geekvault.org/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> )</p>
<p>Atenção, sempre que encontrar comandos que devem ser executados como root, por favor, leia a documentação (man lilo nesse caso), você pode não precisar de todos os parâmetros, ou acabar fazendo um belo dano no sistema (nesse caso você pode perder o MBR de algum outro HD e inutilizá-lo até instalar um novo HD).</p>
<p>Fica a dica, vale a pena, o <a href="http://clonezilla.org/" target="_blank">Clonezilla </a>faz MUITO mais do que isso, como por exemplo instalação remota em várias máquinas com PXE ao mesmo tempo. Vale a pena dar uma olhada.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>FatELF e binários universais</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 09:50:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Zarnick</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[OpenSource]]></category>
		<category><![CDATA[Binários universais]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma das vantagens do MacOS (e olha que eu não sou o maior fan da Apple que existe) são os binários universais. Basicamente são programas que rodam tanto em x86 quanto em PowerPC, essa é a vantagem, a desvantagem é o seu tamanho (já que você precisa ter os dois binários em um só). É [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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				<img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.geekvault.org%2F2009%2F10%2Ffatelf-e-binarios-universais%2F&amp;source=zarnick&amp;style=compact&amp;service=bit.ly" height="61" width="50" /><br />
			</a>
		</div>
<p>Uma das vantagens do MacOS (e olha que eu não sou o maior fan da Apple que existe) são os binários universais. Basicamente são programas que rodam tanto em x86 quanto em PowerPC, essa é a vantagem, a desvantagem é o seu tamanho (já que você precisa ter os dois binários em um só). É aquela velha máxima, o que é um trabalho e tanto para o desenvolvedor é uma vantagem e tanta para o usuário final.<br />
Pois bem, pensando nisso, Ryan Gordon começou o projeto FatELF para o Linux, que é extamente isso, trazer os binários universais para o Linux. Ai está uma coisa que eu acredito que valha a pena apostar.<br />
Fonte: <a href="http://www.phoronix.com/scan.php?page=news_item&amp;px=NzYyNQ" target="_blank">Phoronix</a>.</p>
]]></content:encoded>
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